Casas

quando esta casa era

carne viva vidraças

pombos fora

pessoas presas

estilhaço família

memória do que não foi

chuva

outras casas

em nome da insistência

sob a pele

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. NIXON BICHÃO 24 de janeiro de 2013 18:27

    MARCOS SILVA:
    BELO POEMA,FORTE E IMPACTANTE…PARABÉNS!

  2. Marcos Silva 26 de dezembro de 2012 5:24

    Anchieta e Jarbas:

    Obrigado, grandes abraços.

  3. Jarbas Martins 25 de dezembro de 2012 20:37

    ontológico

  4. Anchieta Rolim 25 de dezembro de 2012 19:07

    Poema forte e belo… Parabéns Marcos Silva!

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