Caso Polanski: garras do passado

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“Esse porcentual só fez aumentar nos últimos dias, na Europa e nos Estados Unidos, com a indignação e o ressentimento tomando de assalto as seções de cartas dos jornais. Indignação com a impunidade do cineasta e a ofensiva “cínica, elitista e corporativista” em seu favor; ressentimento com os privilégios desfrutados pelas celebridades do show business e seu laxismo moral. A indignação é legítima; o ressentimento tem um incômodo travo populista e resvala, com frequência, para a inveja rancorosa, quando não para o racismo: já encontrei, no blogosfera, quem profetizasse a inocentação de Polanski “por ele ser judeu”. SÉRGIO AUGUSTO

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