Ceará para todos

Amigos:

O entusiasmo de Carlão e João, diante das perspectivas cearenses, é justificável: os governos brasileiros – estaduais e outros – costumam investir bem pouco em livros. Agora, não adianta ficar babando, com dor de cotovelo e outros sintomas: tem que cearalizar o resto do país – e o RN é pertinho do Ceará! Que tal uma ação conjunta de diversificados notáveis potiguares junto a nossos governantes e candidatos? O que é bom para o Ceará pode ser bom para o RN! Apresentar propostas decentes para diferentes políticos não é vergonha para ninguém. Além de edições e reedições, nosso estado carece de uma política de criar e manter dignamente bibliotecas públicas. A internet não aboliu o livro, ler continua a ser necessidade formativa básica para diferentes áreas.
Junto com a pressão sobre governantes e candidatos, vale a pena também convencer mais gente de que livro é bem de primeira necessidade: editar, reeditar, preservar, ler. Qualquer lugar pode ser palanque para esse convencimento – sala dede aula, boteco, feira, shopping etc.
Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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