Cefas Carvalho lança livro de crônicas

O jornalista e escritor Cefas Carvalho, editor do portal Potiguar Notícias e colunista semanal na agência Saiba Mais, lança seu nono livro, nesta quarta (02), a partir das 18h, no Bardallos Comida e Arte.

As crônicas de “Minha Mãe o o rato” (Editora Penalux; R$ 40,00) foram escritas em uma década e meia, entre 2005 e 2020, em diversas mídias -, jornais impressos, revistas, portais, blogs e redes sociais.

Elas percorrem temas que vão da banalidade do cotidiano até questões sócio-políticas nacionais, passando por reflexões pessoais e observações sobre pandemia e isolamento. 

No lançamento, “Não haverá aglomeração e todos os protocolos de segurança serão rigorosamente respeitados. A ideia é retornar gradativamente eventos literários em Natal, como está acontecendo em outras capitais e mesmo aqui, de maneira segura e dentro do chamado novo normal”, aponta Cefas.

O gerente do Bardallos, Ricardo Nelson, assinala que as mesas no espaço serão distanciadas, a entrada com máscara é obrigatória e haverá álcool em gel à disposição de todos os presentes.

Cefas Carvalho é paulistano mas mora em Natal há décadas, militando no cenário cultural e no jornalismo. Tem oito livros lançados, entre eles “Carla Lescaut” (Coleção Mossoroense) que ganhou o Prêmio Rota Batida, da Petrobrás, em 2016 e “Os olhos salgados” (Editora Penalux, 2017) que venceu o Prêmio Câmara Cascudo de melhor Romance, pela Funcarte.

Crônicas foram escritas entre 2005 e 2020.

Do que trata o livro, quais as referências?

O livro é uma reunião de 50 crônicas escritas durante uma década e meia, em mídias distintas e em circunstâncias também diferentes, que diante das pergunta “Ah, Cefas, quando você vai reunir suas crônicas e causos e publicar?” acabei por decidir faze-lo, com aprovação total da editora paulista Penalux, que bancou a ideia (Veja o catálogo de Cefas Carvalho com a editora).

Como foi produzir em meio a pandemia?

O livro é uma reunião de 50 crônicas escritas durante uma década e meia, em mídias distintas e em circunstâncias também diferentes, que diante das pergunta “Ah, Cefas, quando você vai reunir suas crônicas e causos e publicar?” acabei por decidir faze-lo, com aprovação total da editora paulista Penalux, que bancou a ideia.

Na verdade, das 50 crônicas apenas quatro foram escritas durante a pandemia e falam justamente da solidão e angústias do confinamento e dos medos e expectativas de todos nós. Na verdade, a crônica que fecha o livro fala de uma lagartixa que fez morada em meu apartamento e me fez companhia durante o  isolamento social.

Fale sobre a importância de produzir num dos períodos mais tensos da história.

Ainda não sei avaliar o que significa lançar um livro, tanto de forma virtual como presencial, durante uma pandemia. Todos nós estamos com medo, mas também sabemos que precisamos viver um mínimo de normalidade e que devemos tomar todos os cuidados e protocolos de segurança, como será no Bardallos durante todo o lançamento.

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