Cinco notas, mas uma você pode pular, então são só quatro mesmo

Essa modernidade me cansa

Como o assunto está em tudo que é veículo de comunicação, principalmente nas redes sociais, eu procurei saber mais sobre ele. Primeiro eu li uns dois textos. Não adiantou muito. Só aumentou minha confusão mental e humilhação – rs. O jeito foi pedir ajuda aos “universitários”, no nosso caso aqui na redação, aos estagiários de jornalismo. Só então clareou. Eles explicaram com calma e deram exemplos, quer dizer, “desenharam”. O antigo jornalista, enfim, compreendeu do que se trata esse tal de Pokémon Go. Mais uma estrovenga para se somar às muitas existentes e que nos roubam um tempo precioso. Melhor mesmo ficar com o cheiro das bodegas, viu Sheyla Azevedo. Leia mais sobre o Pokémon aqui.

RN produz música de qualidade

O poeta Lívio Oliveira tem chamado atenção para o bom momento que passa a música potiguar. O êxito da banda Plutão já foi Planeta na Globo realçou isso ainda mais. Eu concordo inteiramente com Lívio. Tenho acompanhado essa efervescência musical, que vai do renascimento do samba feito pelo pessoal das Rocas ao trabalho realizado pela Escola de Música da UFRN, popular e instrumental dando o compasso desse movimento. No final de semana assisti no TCP o show “quem segura essa onda”, de Valéria Oliveira. Acompanhada de uma excelente banda, ela mostrou que não fica a dever em nada a cantoras mais conhecidas no cenário nacional, como Roberta Sá ou Maria Rita, para citar duas de faixas etárias próximas.

Saraiva espezinha escritores

A Livraria Saraiva apelou. Passou para 50% o valor que cobra dos livros deixados em consignação para venda e exige cerca de dez documentos dos escritores para realizar essa simples operação. Há poucos dias um escritor desistiu de expor seus livros lá quando tomou conhecimento do cipoal de xerox que tinha de apresentar. Ao que tudo indica, essas dificuldades tem mesmo o objetivo de manter os escritores do estado bem longe da livraria. Que vergonha, hein Saraiva!

Violência e intolerância

Até o pescoço de holocausto judeu, palestinos, israelenses. Começou com a leitura do livro (em curso) “Judas”, do escritor israelense Amós Oz, que tem como pano de fundo a fundação do estado de Israel. Depois li a série de textos de Vargas Llosa, no El País, sobre a ocupação dos territórios palestinos pelos israelenses e culminou na semana passada com o filme “O filho de Saul”, boa estréia em longa do diretor húngaro László Nemes. Temas antigos e atuais (ódio, intolerância, violência) que se misturam, dialogam de alguma forma, e continuam a fazer parte da agenda mundial em pleno século XXI.

Sobre a eleição para o Sindjorn (pule, acho que  não interessa a quem não é jornalista – rs)

Perdemos a eleição para o Sindicato dos Jornalistas, como vocês já sabem. Não adiantou muito ter formado uma chapa progressista, com nomes de reconhecida ética no meio e propostas claras de renovação e lutas mais amplas. A maioria votou em quem pediu o voto primeiro. Simples assim! Foi o que constatei , logo nos primeiros contatos, o que já me deixou invocado. Como nossa campanha começou tarde, em virtude de não termos a lista dos votantes, só liberada pela direção nos últimos dias e mesmo assim incompleta, quase todos a quem me dirigi para falar da chapa e das propostas se desculpavam e falavam que o candidato da situação havia pedido o voto primeiro. Bom, a categoria pelo menos já conseguiu uma grande vitória com essa eleição: a sede do sindicato foi pintada.

Comments

There is 1 comment for this article
  1. thiago gonzaga 14 de Julho de 2016 20:00

    Veja bem , caro amigo Tácito Costa, foi pesquisar o que diacho era esse tal de “pokemon go” e vi para aqui na sua página. rs
    Foi bom pq fiquei atualizado com outros temas que vc abordou.
    Valeu

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