Cineasta Woody Allen e ganhadores do Nobel pedem que ONU condene Síria

AFP

O diretor de cinema Woody Allen e dois ganhadores do Prêmio Nobel pediram nesta quinta-feira que o Conselho de Segurança da ONU condene o governo sírio pela repressão aos protestos da oposição.

Allen, os prêmios Nobel de literatura Wola Soyinka (foto), da Nigéria, e Orham Pamuk, da Turquia, assim como outros escritores como Salman Rushdie, Umberto Eco e Bernard-Henri Levy pedem uma resolução da ONU.

Uma carta aberta sobre a Síria foi redigida por Levy em seu site. A carta afirma que os manifestantes na Síria “enfrentam uma máquina de mortes conscientes do alto preço que pagarão”.

Eles dizem ainda que será “trágico e moralmente inaceitável” se o Conselho de Segurança não fizer nada. Grã-Bretanha, França, Alemanha e Portugal propuseram uma resolução de condenação à repressão por parte do governo do presidente Bashar al-Assad. Rússia e China se opõem a ela, enquanto Brasil, África do Sul e Índia têm fortes objeções.

Comentários

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  1. Samara Cruz 25 de junho de 2011 15:34

    Já para o assassinato cometido contra integrantes da flotilha que tentava furar o bloqueio criminoso à gaza, nem a Onuzinha, e nenhum cineasta e nenhum premio Nobel condena, em face da matança indiscriminada de cívis na Líbia, que a Onuzinha autorizou às superpotencia fazerem, nenhum premio Nobel abomina, e nenhum cineasta até agora se pronunciou. Tudo isso por que, quem manda na industria cinematográfica, na Onuzinha, e no comitê que concede o Nobel são os fabricantes de armas.

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