‘Cinema é diversão, mas pode ser algo além’, diz Lírio Ferreira

Por Flavia Guerra

Imperfeito e belo. Assim como a natureza de Fernando de Noronha, onde a história se passa, que ora é verde e acolhedora no inverno chuvoso do nordeste brasileiro, ora é opaca e árida no verão escaldante, Sangue Azul é um filme de cinema. Por mais óbvia que a afirmação possa soar, é um circo de cinema montado na ousadia de contar uma história de amor impossível, do retorno à terra (ou à ilha natal), destino e fantasia, que é feito o novo longa do diretor pernambucano Lírio Ferreira.

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