Cinema nacional vive fase de “neochanchada”

Comédias brasileiras visam à classe C e reacendem debate sobre fórmulas para atrair bilheteria.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. João da Mata 15 de setembro de 2011 12:04

    O Cinema Nacional

    O cinema brasileiro existe desde que o cinema mostrou sua cara e marcou o século XX. como uma grande arte. Um cinema que vive entre surtos e crises. Sou apaixonado pelo cinema brasileiro e me vejo nele. Muita coisa boa esta sendo feita e foi realizada nas ultimas décadas, em detrimento de outras porcarias, neochanchadas ou não.

    É claro que o cinema brasileiro vive de leis de incentivos fiscais e das tetas governamentais. Um filme feito por uma classe média em crise para uma classe média que não se vê nos filmes. Ou nem sabe que se vê, porque não assiste.

    O cineasta brasileiro na maioria das vezes fala de uma realidade que ele não conhece. O filme é mal distribuído e quase ninguém ver. Quando vê, cobra uma estética que não é nossa. Cobra um padrão de qualidade do cinema ruliudiano. E aí sem essa outra ponta do vértice o filme não existe porque não é visto. A obra de arte precisa ser vista e lida para que ela se realize.

    O cinema brasileiro precisa dos festivais para ser visto. A literatura brasileira e a música são conhecidas lá fora, e o cinema não. O brasileiro também não conhece o seu cinema e a sua realidade. Bem ou mal os festivais de cinema têm preenchido um pouco essa lacuna.
    O festNatal em sua 19ª edição já exibiu mais de 400 filmes. Pessoalmente, me beneficiei dessas amostras e vi a maioria dos filmes. Um bom painel do cinema brasileiro nessas ultimas duas décadas.

  2. Carlos de Souza 15 de setembro de 2011 9:47

    o cinema brasileiro precisa tomar vergonha na cara e produzir filmes bons, honestos, bem-feitos, visando a qualidade na arte. a bilheteria é consequência. aprendam as lições de fernando trueba, porra!

  3. Marcos Silva 14 de setembro de 2011 22:25

    Não é tardo-chanchada?

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