Clarah Averbuck/Entrevista

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Como é a relação entre escritor e editora no Brasil? Você conta que passou dificuldades financeiras ao chegar a São Paulo. Há resistência aos escritores jovens, tanto das editoras quanto do público?

Livro não dá dinheiro. Escrever no Brasil é como cantar para surdos. Eu nunca tive dificuldade em arrumar editora, já tinha o contato da Conrad devido ao CardosOnline – acho que todo mundo lá assinava – e depois do primeiro, tudo fica mais fácil. Fácil de publicar, não de vender. O que sustenta são freelas, bienais, mesas redondas e projetos paralelos.

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