Cláudio Willer

Na entrevista que gentilmente concedeu ao Digestivo, ele aborda seus interesses estéticos e teóricos, sua visão de poesia, de vida e de cultura, mostrando o quão intrincados estão estes campos. Propõe uma ideia radical: “Que tal ler William Blake como pensador da cultura?”. E faz uma provocação: “no seu mundanismo cultural, a Flip precisa de mais conteúdo e já encheu as medidas”. Leitores, tenham bom encontro com a jovialidade e radicalidade do pensamento e da poesia de Willer!

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