Coisa de cinema!

Deleito-me toda vez que leio um texto de Monteiro sobre cinema. Vou usar uma frase – que às vezes ouço do poeta Volonté – para descrever o que sinto: “Ninguém chega nem perto desse cara!”

Jamais, no que concerne ao tema.

Por sinal, aguardo outro grande presente de Monteiro. Trata-se do segundo “extrato” dos Diários de Brennand.

Com ânsia, sofreguidão, quero lê-lo.

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

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