Com amigos como Breivik, a Europa não precisa de inimigos

Por Slavoj Žižek

Há coisas que deveriam nos fazer pensar na autojustificação ideológica de Anders Behring, bem como nas reações ante seu ato homicida. O manifesto desse “caçador marxista” cristão que matou mais de setenta pessoas em Oslo não corresponde exatamente ao disparate de um lunático; ele é apenas uma consequente exposição da “crise da Europa”, que serve como o fundamento (mais ou menos) implícito do nascente populismo anti-imigração – suas próprias inconsistências são sintomas das contradições internas dessa visão.

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