Como Marta Lamas sou uma feminista inconveniente, vamos negociar?

Por Conceição Oliveira

Não sou uma intelectual do feminismo, quero crer que tenho uma prática de combate ao sexismo na convivência diária com homens e mulheres, próximos ou distantes. Digamos que as condições materiais me fizeram refletir sobre minhas próprias ações e discursos e a prestar muita atenção em como me educar, educar meus companheiros e educar uma menina que pari para que ela saiba que merece todo o respeito de seus semelhantes, assim como deve respeito a todos os seus semelhantes. Desejo e me esforço educando-a para que ela aprenda que tem direitos iguais aos homens, que consiga identificar sinais de opressão e reagir a eles do modo mais eficiente possível.

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