Comprando vinis com Robert Crumb

Por Marcelo Costa

O celular avisa que chegou uma mensagem: “Deixa falar. O Crumb odeia tirar foto e jornalistas. Então haja que nem gente normal que gosta de música e só. risos”. Passam de 9h30 da manhã de uma terça-feira de sol e vento frio em São Paulo. Minha máquina digital está na mochila junto com meu exemplar de “Blues” (o qual escrevi sobre no Scream & Yell em 2005 ), mas tietagem é a última coisa que me vem à cabeça quando penso em Robert Crumb. Em qualquer pessoa. Sério.

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