Conversa com Dácio Galvão

Por Tácito Costa

Conversei hoje pela manhã com o futuro presidente da Fundação Capitania das Artes Dácio Galvão. Um papo descontraído num café em Petrópolis. Com sinceridade: eu não queria tá na pele dele, do prefeito ou de qualquer outro secretário.

A cidade está em escombros. A máquina pública paralisada. Difícil apontar o que deve ser feito primeiro, tirar o lixo das ruas, botar as escolas (o ano letivo está ameaçado) e postos de saúde pra funcionar, pagar os funcionários… No lugar de algum dinheiro em caixa, dívidas e mais dívidas.

Mas senti-o animado. Está cheio de ideias e projetos.

Praticamente todos os projetos da gestão anterior dele na entidade serão retomados. Como o Encontro de Escritores, a revista Brouhaha, os prêmios literários, o Dia da Poesia, a edição de livros etc. Alguns, claro, com aperfeiçoamentos.

Uma das preocupações é com a Zona Norte. Na gestão de Carlos Eduardo chegou-se aquela área da cidade com escolas de artes. A meta agora é resgatar esse trabalho e avançar, integrar mais a população à cultura. Senti que haverá um esforço em priorizar a Zona Norte.

Sobre o Festival Literário da Pipa ele garantiu que o evento terá continuidade.

Também está nos planos do novo presidente da Funcarte realizar um trabalho voltado para aumentar a visibilidade de escultores e artistas plásticos que hoje são quase que completamente desconhecidos na cidade.

Como era uma conversa informal, não anotei nada, então me vali da memória pra recuperar algumas partes do bate papo, qualquer imprecisão o próprio Dácio pode entrar nos comentários e esclarecer melhor.

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