Cor de flor (à flor…)

nu artístico
(Maurício Costa)

Sou para ti
Aquela, louca… (FELIZ)
E perguntar-te para que serve o juízo?
Aquela que brinca com nosso perigo

Ainda sou aquela menina
Que o tempo não apagou
Que a mágoa não fez mudar de cor…
Aquela – aquela cor – que com ela

Pintamos uma fugaz primavera
E depois dela, tudo que é lilás tem cor de FLOR
Rs….
Mora em mim um menina

Que brinca contigo de esconde-esconde…
E… SORRI QUANDO ME ENCONTRAS…
E quase choramos de saudades…
Brincando de brincar de AMOR…

Tudo muda de sentido,
Tudo ganha vida, toda a minha PELE FICA À FLOR
Todos os vazios perdem o espaço
AINDA

Meus olhos em raio-x
Fotografaram e guardam de ti a última lembrança do sorriso teu,
Quase cínico de tão safado… Rs…
Mais, que riso; devassidão…

De silêncio, ainda, é feito o meu melhor poema
Quase sempre, diz de amor
E de tudo que quero não dizer… Rs… Diz
Ai… Como brinca esta menina com a própria sina,

Mesmo depois de tanto frio, ainda abre a janela
Só para te ver de longe… Muito longe…
E escuta os pássaros e chora quando canta…
E canta para não chorar (“às vezes”).

(Ednar Andrade).

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Ednar Andrade 25 de agosto de 2011 16:15

    Anchieta Rolim, obrigada pelo comentário.

    Que bom que gostou.

    “Rs….
    Mora em mim um menina.

    (…)

    De silêncio, ainda, é feito o meu melhor poema
    Quase sempre, diz de amor”.

    Abraço.

  2. Anchieta Rolim 23 de agosto de 2011 19:14

    Bom demais!!!

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