Coronel Sarney

Caros amigos:

Reli o texto de Leandro Fortes postado aqui (dia 23 de junho). Ele é muito bem sucedido na caracterização do personagem – a fala final sobre o senador murcho dentro do paletó engomado é antológica.

Precisamos sublinhar que esse coronel não está sozinho. Vocês já devem ter ouvido falar de grupos familiares semelhantes no Brasil: ocupação perene de altos cargos, controle sobre influentes canais de televisão e emissoras de rádio, perpetuação da miséria em suas terras e considerável acumulação de riqueza em seus bolsos pessoais, familiares e grupais.

Penso apenas que isso não é um atraso lastimável dentro a modernidade nacional. Pelo contrário: a modernidade nacional (e tb mundial) inclui isso aí com todas as letras – no caso em pauta, letras togadas pela academia brasileira de.

Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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