Cosmovisão

estrelas
Um homem sozinho
(guardado em si)
Olha o céu e suas estrelas;
É um abismo
Que olha o outro.
É o presente olhando
O passado.
É a repetição de séculos
Diante do insondável.
São sólidas solidões
Se encarando.
Um homem que olha estrelas
Nunca é o mesmo que as vê depois.

Brasileiro, nordestino, alagoano, advogado, cidadão comum, simples habitante deste planeta decadente... Rs... [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Danclads LIns de Andrade 7 de março de 2015 23:03

    É Da Mata, somos pequeninos diante do Cosmos e pensar que um dia admitimos a hipótese da Terra ser o centro do Universo. A cada descoberta de uma nova estrela, de uma nova galáxia, a certeza de que somos infinitamente pequenos. Mas, isto demonstra a humildade da ciência: em não se contentar com dogmas e ir atrás da verdade.

    Valeu, amigo.

  2. Danclads LIns de Andrade 7 de março de 2015 22:58

    Valeu, Anchieta. Abração!

  3. João da Mata 5 de março de 2015 18:46

    Muito lindo amigo, obrigado. A visão dos cosmos é mesmo magnífica quando sentimos que somos tão pequenos diante dessa grandiosidade. Tive o privilégio de estudar um pouco esse cosmos e me sinto mais pleno e solitário.

  4. Anchieta Rolim 5 de março de 2015 16:02

    “… Um homem que olha estrelas
    Nunca é o mesmo que as vê depois.” Massa!!!

  5. Danclads LIns de Andrade 4 de março de 2015 19:55

    Matheus D’Leon seu comentário foi preciso, no alvo. É isso mesmo: “a solidão fria é o beijo de outroras lançando faíscas para acender a chama da fé e da esperança”.

    Valeu pelo comentário enriquecedor e preciso.

  6. Matheus D'Leon 4 de março de 2015 12:15

    As vezes o homem se depara com o espelho da vida,seu rosto mosta que horas passaram,o tempo chorou e alegrou-se com ele mas,a solidão fria é o beijo de outroras lançando faíscas para acender a chama da fé e da esperança,as estrelas parecem formar uma mapa para mostrar que tem CAMINHOS.

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