Criança e crítica, um cricri diferente

Por Ana Maria Machado

Monteiro Lobato e Roland Barthes. Dois assuntos de conversa com valor de símbolo. É sintomático que o autor fundador da literatura infanto-juvenil brasileira e o crítico francês que é o ícone máximo da crítica semiológica mais sofisticada e exigente da Europa nos anos 60 e 70 tenham sido, de saída, alguns dos tópicos que mais tempo ocuparam na conversa que tive com Peter Hunt há poucas semanas em Londres. Porque é por aí mesmo que transita esse simpático scholar britânico, professor de Literatura da Unversidade de Cardiff: como tratar com rigor crítico a literatura para crianças. Sem condescendência nem desprezo.

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