Criminoso Alckmin

Recebi e repasso:

http://4.bp.blogspot.com/-KB2-uWlCF2I/UO2Mg_dz9OI/AAAAAAAABUk/TzT_TxfaysM/s1600/geraldo-alckmin+nazista.jpg

“ALCKMIN É UM CRIMINOSO: aposta no caos por ordenar ação violenta na quinta-feira passada e por ordenar a omissão deliberada ontem. Por essa razão, precisa ser responsabilizado e sofrer as consequências jurídicas do crime que cometeu e comete ainda. Senhores juristas democráticos e amantes desta cidade, mexam-se.
Geraldo Alckmin mostrou-se nesta crise, pois é disso que se trata, um perfeito criminoso. Na ação de quinta-feira passada, 13 de junho, tendo antes tomado o cuidado de solicitar editoriais favoráveis à violência policial aos dos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, ordenou agressões indiscriminadas contra cidadãos, fizessem eles ou não parte dos protestos. De dona de casa na janela de seu apartamento, a jornalistas, senhoras e transeuntes, todos se tornaram alvo, como matéria anterior do FÓRUM MUDAR SÃO PAULO denunciou ontem.
Ontem, ao vivo da BandNews mostrou imagens de criminosos arrombando e saqueando lojas na praça do Patriarca e na rua São Bento, local em que, àquela atura, se encontrava sem manifestantes, todos já na Paulista.
Na Barão de Itapetininga, ao vivo, o helicóptero da Band filmou os arrombamentos e roubos. No estúdio, o jornalista perguntou “onde está a polícia?”. Em resposta, o câmeramen do helicóptero da Band dirigiu sua lente para o helicóptero da Polícia Militar, ao lado.
Os arrombamentos e saques prosseguiram por angustiosos 40 minutos, sem que nada fosse feito pela polícia, que ali perto estava concentrada em vários pontos (inclusive a tropa de choque). Como não conseguiu arrombar a porta de uma loja de roupas, o grupo de criminosos ajuntou uma montanha de lixo e pôs fogo. Por meia hora o fogo cresceu e, para nós que acompanhávamos a cena sem poder fazer nada, também a angústia.
O risco de o fogo penetrar a porta e incendiar todo o edifício era evidente. Novamente o câmera da BandNews voltou o foco para o helicóptero da Polícia, que se não acionou a tropa, é porque foi conivente com a ação criminosa que poderia ter gerado uma das maiores tragédias da cidade, pois os edifícios da Barão de Itapetininga são uns colados no outro e, uma vez incendiada a loja do térreo, a reação seria em cadeia. Estranhamente, após o fogo ter-se praticamente extinguido por conta própria, surge lentamente dois carros do corpo de bombeiros e, para constar, jogam um pouco d’água sobre o que restou do fogaréu.
Porém, antes disso, um grupo isolado já tinha posto fogo na unidade móvel da Record na calçada da

Prefeitura e em uma guarita da PM, ao lado. Os bombeiros esperaram a viatura e a base se consumirem no fogo e, sobre as cinzas e os destroços, jogaram água, numa atitude de desrespeito, como se dissessem: “Olha nossa água agora”.

Misteriosamente, já após da 23h, os criminosos se dispersaram e… entrou a tropa de choque da PM,  filmada pela lente da Band, em forma, marchando lentamente pelas ruas vazias e destruídas. As prisões ocorridas depois apanharam oportunistas que, tenho acompanhado os líderes dos crimes num movimento de manada, ficaram pelo caminho, porém os chefes dessas ações… estes sumiram.
Na Paulista, quando a manifestação terminara, as lentes agora da insuspeita REDE GLOBO, registraram grupo de criminosos tentando arrombar uma loja. A mesma lente voltou-se e registrou policiais impassíveis, a minguados dez passos dos bandidos. Ao final da avenida, grupos de também bandidos jogam grades e objetos contundentes num ciclista que tentava desobstruir a pista, abaixo, na passagem de nível, congestionada pelos objetos atirados. Os  policiais, ao lado desses criminosos, a tudo assistiam, também registrados pelas lentes da mesma emissora de televisão.
Os policiais, nesses caso, não são os culpados, as seus comandantes: os das tropas, o Secretário de Segurança do Estado e o Governador, que é o comandante máximo da PM no estado.”

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo