Crítica de “2012”

Por Tom Leão

“O diretor alemão Roland Emmerich nunca foi do primeiro escalão em Hollywood. No entanto, entre erros (“Godzilla”) e acertos (“Independence Day”), consolidou seu nome como sinônimo de grandes (em escala e orçamento) filmes de ação. Seu novo trabalho,”2012″ é o ápice de sua carreira no gênero. Trata-se, literalmente, de um arrasa-quarteirão.

Diretor de ‘2012’, Roland Emmerich diz que destrói o planeta pensando em sua salvação

O mais caro filme-catástrofe de todos os tempos (supostos US$ 260 milhões só na produção), com John Cusack no elenco, é também o maior e mais bem-acabado do gênero, de deixar títulos como o clássico “Terremoto” no chinelo. Sua destruição global, baseada em crença dos antigos maias (cujo calendário acaba em 21 de dezembro de 2012, data do suposto fim do mundo) é espetacular.

O filme (que não é para ser levado à sério, claro) é uma versão ampliada e melhorada de “O dia depois de amanhã” (também de Emmerich) e, por vezes, soa involuntariamente engraçado em seus exageros. Mas, se a ideia de diversão é passar três horas na sala escura vendo os melhores efeitos que o dinheiro pode pagar, vale cada centavo.” (O GLOBO)

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