Crítica de ‘Os íntimos’, de Inês Pedrosa

Cinco homens à mesa de um restaurante. Comida, futebol, conversas. Às vezes sobre mulheres, nunca as próprias. Afonso, Pedro, Augusto, Guilherme e Filipe. O mesmo grupo, o mesmo restaurante, a mesma sensação de intimidade capaz de suspender a solidão por algumas horas. Este é o núcleo central do último livro de Inês Pedrosa, “Os íntimos” (Editora Alfaguara, 200 páginas. R$ 35,90).

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