Cultura: esta é a marca que nos interessa!

Por Aluísio Azevedo Júnior

A redação do regulamento não pode ser mais injusta do que a própria Lei Djalma Maranhão. O Governo apenas atende ao grito que ouve. E nós, infelizmente, estamos calados. Precisamos exercer o papel de cidadãos. Vamos convocar uma frente de agentes e de partícipes da cena cultural. A provocação veio em boa hora, meus amigos. É o momento certo de mudarmos não somente o regulamento, mas os mecanismos da própria lei municipal de incentivo à cultura. A sociedade deve exercer o papel que lhe cabe. Por favor, apresentem-se os que se alinham com o mesmo pensamento: ENTREGAR À SOCIEDADE OS DESÍGNIOS DE SUA AFIRMAÇÃO CULTURAL. Vamos promover essa discussão. Podem contar com isso. Pedimos espaço no SUBSTANTIVO PLURAL para fazer a convocação.

Vamos agendar local e data, e divulgar aqui. A pauta:
1 – Entregar à sociedade a DECISÃO sobre o uso de renúncias fiscais em prol da cultura;
2 – Identificar a VERDADEIRA demanda cultural, aquela que se coaduna com um Plano Municipal de Cultura;
3 – Fazer a transição entre esta aberração atual da Lei Djalma Maranhão e da Lei Câmara Cascudo (que entregam aos departamentos de Marketing de empresas ferramenta “gratuita” de divulgação das sua marcas) e um novo modelo tutelado pelos interesses da comunidade;
4 – Minimizar a ociosidade dos recursos disponibilizados, a sua má aplicação, promovendo autêntica participação dos beneficiários (cidadãos), e facilitando a utilização dos tributos renunciados;
5 – Convocamos, também, os agentes políticos dispostos a realizar tal mudança, empunhando a bandeira do movimento: “Cultura: esta é a marca que nos interessa!”

 

Membro do FLEB-RN/ PMLLLB/SPVA/IHGRN/Caravana de Escritores/Academia Potengiense de Letras e Artes

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