Curso sobre a deficiência nas artes está com inscrições abertas

Curso “Estéticas da Experiência: Deficiência e seus estudos enquanto prática artística de existência”, da artista e pesquisadora natalense, Carolina Teixeira, é o primeiro no país a abordar a deficiência no campo da arte.

Como uma introdução aos Estudos da Deficiência (Disability Studies) nas expressões artísticas, serão abordados contextos históricos, políticos e sociais, bem como suas reverberações estéticas em nossa contemporaneidade.

As aulas ocorrerão entre 08 a 13 de março, com links liberados para os inscritos no dia de casa aula.

Todos os módulos terão tradução em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Serão 35 vagas. Para realizar a inscrição e obter mais informações, o contato é o email: artecontatoeducacao@gmail.com

Destinado à artistas, educadores, pesquisadores de áreas afins, o curso é gratuito e será disponibilizado no YouTube através de links enviados nos dias específicos de cada aula.

Este curso é uma realização da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte e Governo Federal por meio do Edital 2020 da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural.

Carolina Teixeira tem 26 anos de prática e pesquisa em deficiência no campo de conhecimento estético e acadêmico; trabalhou em cias brasileiras, estrangeiras e como pesquisadora associada na Oberlin College, em Ohio (EUA). Fotografia: Allan Cedrak.

Sobre Carolina Teixeira

Artista-performer, pesquisadora e doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Carolina nasceu em Natal. Ela investiga o fenômeno da Deficiência e a presença destes corpos na cena contemporânea no Brasil e no exterior.

Em seus 26 anos de carreira dedicados à Deficiência enquanto campo de conhecimento estético e acadêmico, tornou-se referência no país no âmbito da pesquisa e da prática artística.

Natalense Carolina Teixeira é autora do primeiro livro a problematizar sobre a presença dos corpos com algum tipo de deficiência nas artes da cena

Atuou como bailarina, coreógrafa e diretora da renomada Roda Viva Cia de Dança. Criou para companhias brasileiras e estrangeiras e trabalhou como pesquisadora associada na Oberlin College, em Ohio (US).

É artista independente e consultora em acessibilidade estética, contribuindo de forma autônoma para instituições públicas e privadas do país.

Publicou o livro “Deficiência em Cena” (2011; Editora Ideia). Esta obra foi o primeiro livro a problematizar sobre a presença dos corpos com algum tipo de deficiência nas artes da cena, assim como a contextualizar a controversa política inclusiva brasileira quando se refere ao acesso dos artistas ao excludente território cênico, seja no Brasil ou no exterior.

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