CURTINHAS: Fórum, Lei Djalma Maranhão, novo colunista de Teatro no SP, Virada Cultural e mais

*************** O Fórum Potiguar de Cultura enviará ofício essa semana à nova diretora geral da Fundação José Augusto como convite para um bate papo supimpa e transparente com o segmento cultural do Estado. Com planos para transmissão ao vivo para outras cidades acompanharem. Na reunião de ontem dos membros do Fórum (foto) na sede da Aboca foi criado um grupo técnico para trabalhar essa ação. O intuito é realizar o debate até dia 25 próximo. De cá, acho pouco proveitoso. Das conversas, debates, palestras que houve nos últimos dez anos rendeu apenas documentos e áudios para comprovar a ineficácia das gestões, o discurso vazio. E disso não passa. Mas tomara que titia Isaura aceite o convite e ponha a “real” à mesa para escapar do peso da cruz futura.

*************** A Prefeitura do Natal finalmente assinou a renúncia do Programa Djalma Maranhão. São R$ 7.176.980,00 este ano, oriundos do IPTU e ISS, quase R$ 1 milhão a menos que os R$ 8.019.220,00 disponibilizados em 2015 ou quase R$ 3 milhões a mais do que os R$ 4.036.000,00 de 2014. Falta ainda a renúncia do Estado. Em 2015, o mesmo decreto foi publicado em 30 de março.

*************** Mesmo exonerada, Silvana Macedo, funcionária efetiva da Fundação José Augusto, comandante desde sempre dos auspícios da Lei Câmara Cascudo e das unanimidades entre a classe artística, cumpriu expediente sem faltar um dia. Exemplo!

*************** Orgulhoso demais do mestre Sávio Araújo ter aceito meu convite para colaborar com este Substantivo. A cena teatral carece muito da crítica embasada e creio termos conseguido o melhor crítico do segmento aqui no Estado. Sávio escreveu durante anos para o Diário de Natal e terá livre espaço por aqui.

*************** Vão aproveitando. Só restam mais duas edições do Circuito Cultural Ribeira. Mas em setembro tem Virada Cultural de Natal, em diversos recantos, cantos e encantos da Ribeira. Ainda sem data ou atrações definidas. A depender da chegada do glorioso patrocínio.

*************** Definitivamente, sai ano, entra ano e cresce a certeza de que o Beco da Lama merece mesmo é de pessoas idealistas, que amem o lugar, que amem a boemia, que amem a cultura, e não de associações ou similares, mais das vezes politiqueiras.

*************** Um edital bacanudo como o Itau Cultural, com talvez mais de uma centena de projetos contemplados no Brasil esse ano e apenas um potiguar: a encenação performática ‘Tratados de Mim Mesma na Infertilidade em Natal’, da proponente Heloisa Helena Pacheco de Sousa. Obra inspirada na dramaturgia contemporânea “Not I”, do irlandês Samuel Beckett – peça que revela fragmentos de um feminino desnorteado e que se reconstrói em uma linguagem metafórica e performativa.

*************** Na Semana de Antropologia da UFRN, entre os dias 16 e 18 próximos, um dos mais recentes debates do campo antropológico: as mídias digitais, a cibercultura e o audiovisual. Tudo junto e misturado.

*************** E a ginga com tapioca agora é patrimônio imaterial de Natal. Já não era sem tempo. Única iguaria tipicamente potiguar. Proposição oportuna do vereador Raniere Barbosa, que tramitava na Câmara desde o ano passado. Agora, no texto diz que o Mercado Público da Redinha foi construído em 1921. Gostaria de saber qual foi a fonte de pesquisa que atesta isso com tanta certeza. Há pelo menos três datas possíveis!

*************** Povo fala em cachês atrasados da galera que trabalhou do carnaval de Natal esse ano. E quem foi premiado no Concurso Literário Câmara Cascudo em 2011, ainda na gestão Micarla e até agora necas? Processo corre solto no TCE.

*************** Parabéns ao mais novo editor deste Substantivo, Conrado Carlos, papai do Ernesto, que deve nascer daqui a pouquinho!

*************** Nos próximos meses o Rio Grande do Norte concretizará o Geoparque Seridó, um importantíssimo equipamento turístico/cultural amparado na economia criativa e na atividade sustentável. Tem alguma coisinha a ver com esse vídeo abaixo, que o nobre professor, historiador, intelectual e, antes de tudo, um entusiasta da história indígena e cigana, Alcides Sales, pediu para eu divulgar. Neste caso é um sítio histórico e ecológico. O Geoparque se baseará em várias outras premissas, como a geologia. Segue:

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