Da estupidez humana

Dialogando com o amigo Gustavo:

Trata-se de um tema bastante pertinente que afeta a todos nós. Uns menos que outros.

A estupidez humana não tem limites e independe diretamente de um fator específico. Não é linear o fenômeno
Essa estupidez é alimentada por outras não menos estúpidas.

É um não sei quê de trocar afabilidades e mimos que alimentam a mediocridade, digo, a estupidez que dá náuseas.
Fiquei interessado por esse livro indicado por você, Gustavo, e conheço alguns correlatos. Como exemplo, a “Enciclopédia da Ignorância” do Duncan & Weston Smith (org.).

Pior ainda, amigo Gustavo, é quando essa estupidez se coloca não condição de júri. Na condição de juiz do fazer alheio, etc.

Tenho na dimensão do que sou a escala da minha estupidez.

Nada mais perigoso que um livro não mão de um estúpido.

O ensino superior infelizmente não faz milagres e pode produzir tiramos com diversos cursos universitários, vomitando o que não soube assimilar. Infernizando a vida de professores. Agredindo.

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Comments

There are 3 comments for this article
  1. Gustavo de Castro 8 de Maio de 2012 1:34

    Da Matta, cretinos e estúpídos instruídos, letrados, com mestrado e doutorado são ainda piores. Sobre o que vc disse, li hoje uma frase do Peter Sloterdijk, citando Flaubert: “A universidade pertence à estupidez doutoral”.

  2. Marcos Silva
    Marcos Silva 8 de Maio de 2012 2:53

    Tudo que João e Gustavo falam é verdade. Mas a humanidade gerou e gera mais que estupidez. Uma humanidade que fez nascerem as sutilezas de Klee e Mizoguchi junto com as asperezas de Kafka e Buñuel mais os equilíbrios de Bach e Cézanne e as angústias de Pascal e Lispector não se reduz à estupidez.
    A universidade (a imprensa, as igrejas, as feiras etc) abriga/m muitos estúpidos. João e Gustavo não são estúpidos. Espero que eu também não o seja.

  3. Jota Mombaça 8 de Maio de 2012 9:23

    [e os urubus só querem te comeeeeeeeeeeeeer]

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