Da Tabacaria para a praia

“Gustavo de Castro parece, assim, dizer que há outros caminhos para uma poesia contemporânea que seja inovadora sem ser vanguardeira, ao pleitear uma poética suja, vil – aberta, contudo, à vida. Ou antes: suja, vil, porque aberta à vida, atenta tanto às samambaias quanto à simplicidade no escrever”.

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