De Brennand, sobre “Vi uma foto de Anna…”

“De repente, neste fim de tarde, os nomes de Montale e Monteiro me fazem lembrar “Vi uma foto de Anna Akhmátova”, à medida que caminhava nesta vastidão de palavras jamais sem significados, amplamente significantes em todos os seus pormenores. Poderia ser um poema de leitura prolongada sempre a viva voz, noite e dia, como as narrações das “Mil e uma Noites”, redescobertas nas madrugadas quando o dia começa a clarear diante das cinzas da fogueira ainda com algumas brasas em forma de flor incandescente. Um poema de substância.” FRANCISCO BRENNAND

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