De poetas e poemas

Por Anchieta Rolim

O poema
É uma farsa
Uma droga
É malogro!

Só serve
Para empregar enganos
Escarnecer
perturbar

Hipócritas e falsos
São os poetas
Manipuláveis
São os leitores

Livros empoeirados
textos ultrapassados
Já não dizem mais nada
tudo é obsoleto

Assim é o poema
Eu, antipoeta e iletrado
Sou preso deliberadamente
A essa epopeia.

Sou artista visual, fiz várias exposições individuais e coletivas, já participei de salões, palestras, seminários, whorshop, projetos culturais, oficinas de arte, intervenções urbana e etc... Escrevi um livro de poemas "Agonia" que é mais pessoal que poético e gosto do portugues escrito de forma simples onde pessoas com menos formação acadêmica tenham condição de ler e entender. [ View all posts ]

Comentários

There are 8 comments for this article
  1. José Saddock 13 de Maio de 2015 13:32

    Caralho! simplesmente MASSA – ácido como ácido – remove até a alma, limpa a farsa, a cara, a máscara!

  2. Anchieta Rolim 13 de Maio de 2015 14:39

    Grato pelo comentário, grande José Saddock! Abraços, meu Poetamigo!

  3. françois silvestre 13 de Maio de 2015 17:50

    Delícia!

  4. Anchieta Rolim 13 de Maio de 2015 18:50

    Meu caro François, grato pela leitura e comentário. Saudades dos papos no mundo INFAME. Um forte abraço, mestre!

  5. Lívio Oliveira 13 de Maio de 2015 20:15

    Massa!!!

  6. Anchieta Rolim 14 de Maio de 2015 5:56

    Grande Lívio Oliveira, massa é você, meu irmão! Abraços!

  7. thiago gonzaga 15 de Maio de 2015 0:56

    Muito bom seu poema caro amigo Anchieta.
    Um abraço para o poeta Lívio e para o escritor François, que, gosto sempre de reforçar, é autor de um dos meus livros preferidos, “A Pátria não é Ninguem”.

  8. Anchieta Rolim 15 de Maio de 2015 10:55

    Valeu, Thiago! Um abraço, meu amigo!

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