De repente, no verão de 1992, em Gaza

Filha do escritor Edward Said, Najla revê suas experiências em ‘Palestine’

Najla Said, não fosse pelo nome, poderia ser descrita como uma mulher que cresceu no seio da elite judaica liberal de Nova York. Seria, segundo ela própria, uma espécie de JAP, que é a sigla em inglês para “princesa judia americana”, que serve de descrição estereotipada para as patricinhas desta religião na cidade. Frequentava Bar Mitzvas e comia pretzels. Teve mais relacionamentos amorosos com judeus do que com gentis (não-judeus).

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