De Samba, Lula e o PAC

Notícia em primeira mão dada agora há pouco pelo novo diretor executivo da Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e Adjacências (Samba), Augusto Lula. Talvez pelo apelido homônimo ao presidente deste esverdeado Brasil, já no primeiro dia pós-eleição, um telefonema da cancerígena ministra Dilma Rousseff que, após os parabéns pela vitória democrática, suada e neste momento comemorada, mesmo combalida, prometeu incluir os projetos da Samba no PAC. A partir de agora, portanto, os senadores, governadora e bancada federal em Brasília têm a obrigação de incluir na pauta de reivindicações, não só o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, a Refinaria ou verbas para combater os estragos da enchente, mas também obras em prol da boemia cultural do Beco da Lama. Ao que tudo indica, a promessa da agora sorridente ministra já causa ciumeira entre dirigentes do PSTU e PCdoB. Os comentários que rodam nas vielas do Beco é a de que Lula, O Presidente (não o da República, proclamada após uma quartelada infame, mas o da Samba; viva a Samba!) se vendeu ao PT para, em alguma data destes próximos três anos, trazer o colega Lula. A meladinha de Nazaré foi o principal argumento para o presidente aceitar o convite. O segundo foi a de que o PSTU e o PCdoB estão tomando conta do lugar. A terceira, última e mais evidente, é para estreitar os laços da Samba e a Fundação José Gugu, do petista Crispa. Enquanto isso, Lula, o sambista, apreciador de Run, comemora os louros da vitória junto ao fiel Sancho Pança, Abimael Silva.

Aguardem próximos capítulos da novela Lula e a Samba! É Nós tudin do Beco!

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