De um vermelho desbotado…

E não é que o Roda Viva ganhou vitalidade! Tenho gostado do novo e mais econômico formato, apesar de preferir Markun a Marília Gabriela e seus trejeitos. Vi e gostei dos programas de Aloysio Nunes, José Dirceu, Cacá Diegues, e, ontem, o de Roberto Freire, o decadente líder do PPS.

Fiquei me perguntando: como é que uma figura que não consegue comunicar as mais simples ideias (nem tampouco as mais difíceis e profundas) conseguiu tanto destaque político? Claro, sei que possui alguma história. Mas, desde a transformação do Partidão em PPS, nada mais pareceu autêntico em Roberto Freire. Na entrevista até parecia que ia negar sua condição de parceiro de Serra, sua origem como nordestino e até sua condição de comunista.

É…parece que o vermelho desbotou…

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 24 de novembro de 2010 6:36

    Caro Luiz,

    Não se trata somente de oportunismo, mas me parece que o velho comunista desbotado está perdido em meio às suas próprias questões, não sabe para onde ir, não tem um lugar coerente. Ou seja, parece que bate o desespero…

    Outra coisa curiosa que percebi foi o ódio dissimulado que tem ao Lula.

    Abs.

  2. Luiz Penha 23 de novembro de 2010 20:36

    Lívio, além de o vermelho parecer ter desbotado, eu não sabia que o domicílio eleitoral dele, depois de trinta anos candidato pelo estado de Pernambuco, ter sido transferido para o estado de São Paulo, aonde ele foi candidato e eleito deputado federal, o que transparece oportunismo político.

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