Deu no Diário do Tempo impresso

MUSEU DJALMA MARANHÃO

O vazio fantasmagórico visto no Museu de Cultura Popular Djalma Maranhão em fins de semana mostra um retrato fiel da cultura potiguar e do costume natalense. O desprestígio à cultura popular é notório. Mas se considere, também, uma visão antropológica-geográfica. Natal sempre esteve aberta às novidades do Atlântico. A “invasão” americana durante a 2ª Guerra ainda deixa saudades. E enquanto esperamos em vão uma nova investida estrangeira, esquecemos nossos valores genuínos. Talvez pelo abandono e sem a interferência do modismo contemporâneo, grupos folclóricos da tradição popular tenham se mantido fiéis às tradições e sejamos dos estados mais ricos do país neste aspecto. Uma mostra dessa riqueza está no Museu Djalma Maranhão, na Velha Ribeira, onde só o que passa, permanece, como profetizou Diógenes da Cunha Lima.

* A coluna Diário do Tempo veiculada no Diário de Natal sai aos domingos. Além do Museu Djalma Maranhão, ela traz hoje no comentário principal referência á efervescência teatral na cidade e nota a respeito da Revista Catorze e outras novidades exclusivas. A frase da semana é de Jairo Lima, opinando sobre a Flipa.

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