Dias felizes, de Samuel Beckett

Por Gerald Thomas

Como encarar uma peça de Samuel Beckett hoje em dia? Especialmente uma peça especificamente escrita pra uma mulher enterrada até o pescoço (o que posa como enorme desafio para a protagonista)? Bem, a resposta poderia simplesmente negar a pergunta em si. Mas vale a pena respondê-la, acho.

Dias felizes, de Samuel Beckett.
Tradução de Fábio de Souza Andrade.
Editora Cosac Naify, 136 páginas. R$ 56

aqui

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezenove + 19 =

ao topo