Disparates contra, Disparada a favor

Todos deveriam conhecer a história que segue abaixo. O extrato aqui presente é do site/blog “Museu da Canção” http://museudacancao.multiply.com/photos/album/27

Para os que a ignoram ou os querem ignorá-la, segue o trecho:

“Zuza Homem de Mello revela que guardou no cofre de sua casa as cédulas de votação do festival da Record de 1966. No livro, ele diz que “A Banda” seria a real vitoriosa, por sete votos a cinco. O fato, por sinal, não é novo, e foi mostrado em reportagem da revista Realidade, em 1968. O fato curioso fica por conta do dado de que Chico teria exigido o empate, por acreditar na superioridade da canção de Vandré. Ou, por outras palavras, acreditando ser o virtual segundo lugar, Buarque teria, com o impasse gerado por ele, permitido que ele vencesse de qualquer maneira o certame sem, no entanto, saber que ele era o vencedor de fato. Chico foi interpelado a respeito da decisão do júri. Ele apenas disse: “O júri que decida o que quiser”. Se ele fosse escolhido o vencedor, desistiria do prêmio no palco. Sua demonstração de altruísmo e reconhecimento da qualidade musical de “Disparada” justificou a vitória de ambos.”

Chico é isso. O resto é inVEJA etc.

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

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