Documentário “Calor, revolta e hardcore” traz entrevistas com integrantes da cena potiguar

Realizado pelo guitarrista da banda Escravos da Ignorância (E.D.I), Thiago Dutra, documentário adota a postura do movimento para fazer um registro simples, direto, independente, com entrevistas gravadas no celular de cada entrevistado. São 30min de história sobre o desenvolvimento do gênero no Estado.

Thiago é envolvido com punk e hardcore desde 1997. Ele nos contou detalhes da produção. “Eu chamei uns amigos meus, pra participar. O documentário já era uma ideia que tinha fazia um bom tempo. Como eu já tinha a ideia de como fazer, fiz tudo em uma semana. Eu achava que ia ficar bem menor, em questão de tempo. Dentro das limitações, eu gostei do resultado. Provavelmente eu vou fazer outro documentário também ligado ao hardcore, punk, no futuro”.

Tanto o punk, como seu desdobramento mais agressivo, o hardcore, ecoa por todo o Estado. “O hardcore tanto aqui no Rio Grande do Norte, como no Brasil e no Mundo, é segmentado. São várias divisões, vários grupos com afinidades. Às vezes, nem tanto. Mas todos realizando seus trabalhos. Eu não me ligo nessa questão de ‘cena’, só tento realizar meu trabalho com as pessoas que estão ao lado mesmo, firmes na ideia similares com as minhas, claro. O hardcore tá aí desde sempre, desde os anos 1980, e nunca vai parar”.

Thiago é envolvido com punk e hardcore desde 1997. Ele nos contou detalhes da produção. “Eu chamei uns amigos meus, pra participar. O documentário já era uma ideia que tinha fazia um bom tempo. Como eu já tinha a ideia de como fazer, fiz tudo em uma semana. Eu achava que ia ficar bem menor, em questão de tempo. Dentro das limitações, eu gostei do resultado. Provavelmente eu vou fazer outro documentário também ligado ao hardcore, punk, no futuro”.

Tanto o punk, como seu desdobramento mais agressivo, o hardcore, ecoa por todo o Estado numa cena cheia de bandasna ativa, mas com as dificuldades do underground de todo lugar.

“O hardcore tanto aqui no Rio Grande do Norte, como no Brasil e no Mundo, é segmentado. São várias divisões, vários grupos com afinidades. Às vezes, nem tanto. Mas todos realizando seus trabalhos. Eu não me ligo nessa questão de ‘cena’, só tento realizar meu trabalho com as pessoas que estão ao lado mesmo, firmes na ideia similares com as minhas, claro. O hardcore tá aí desde sempre, desde os anos 1980, e nunca vai parar”.

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