Documentário sobre Paulo Francis

Comments

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  1. Marcos Silva
    Marcos Silva 10 de Janeiro de 2013 8:57

    A abertura é hilariante: Paulo canta chatamente o clássico Summertime, dos Irmãos Gershwin; em seguida, aparece a voz de Ella Fitzegerald (!) cantando a mesma música (clássica gravação das árias de Porggy & Bess, junto com Louis Armstrong, mas a voz dele não é ouvida). Deve ser para lembrar como é difícil cantar bem.
    Paulo é personagem de interesse jornalístico. Escreveu com estilo na Imprensa periódica durante bom período da vida profissional – seus romances são insuportavelmente péssimos, precursores da Literatura de celebridades. No fim desse trajeto, virou qualquer coisa. Com toques racistas (dentre outros motivos para apoiar Collor, arrolou que este cara era bem apessoado e branco, saudades de Jorge Amado – branco na Bahia [no Brasil] é açúcar mascavo).
    Era da equipe editorial do Correio da Manhã quando foram publicados os famosos textos Basta e Fora, conclamando o golpe contra João Goulart. Passou o resto da vida como se nada tivesse a ver com aquilo tudo e essa atitude colou. Coisas do Brasil.
    Até hoje, é muito imitado por gente bem pior que ele – cineastas, telejornalistas. Cada um tem o mestre que merece.

  2. Anchieta Rolim 10 de Janeiro de 2013 9:03

    Até o nome é chato.

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