Dostoiévski, Adorno e outros autores cômicos

Por Michel Laub

Numa entrevista à Prospect Magazine, em 2010, Martin Amis lamentou o pouco prestígio dos escritores cômicos, ao menos em relação aos seus colegas sérios. É uma queixa comum entre praticantes do gênero e leitores saudáveis, inclusive por aqui: “A literatura brasileira contemporânea e sua irmã, a crítica (…), parecem ter se esquecido por completo da lição de Machado”, escreveu Sérgio Rodrigues em seu blog. “E — num país basicamente absurdo, o que é mais absurdo ainda — tentam empurrar o humor e a ironia para fora de seus domínios, como se fossem recursos estéticos necessariamente menores.”

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Comments

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  1. carlos de souza 7 de Outubro de 2011 10:06

    primeiro: Beckett pode ser difícil, mas chato nunca. segundo: Esperando Godot esconde um riso por trás da tragédia.

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