dúvida

Por mario ivo cavalcanti

tá rolando concurso de poesia aqui no sp? pois, tá parecendo mais maratona, ou dança das cadeiras, ou aquela corridinha equilibrando o ovo na colher. me lembrei do conselho de philip marlowe ao mordomo da mansão, sobre uma das irmãs herdeiras, linda e louquinha de dar nó: “vocês deviam desmamá-la. já tem idade.”

Comentários

Há 13 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 2 de abril de 2011 20:17

    Há muito tempo venho tentando evitar determinados “confrontos ideológicos” aqui no SPlural. Mas, vejo alguns querendo tirar casquinha e me calar a toda hora. Será que não posso falar? O que eu fiz, meu Deus? Essa é a única razão de eu falar tanto: defender a minha pessoa e minhas posições, além do que é bom no SPlural, com o qual eu sempre contribuí, a ponto de ser convidado e de fechar o meu blog, praticamente. Peço desculpas se incomodo. E enquanto for atacado continuarei a me defender. Tudo o que faço é pensado e ponderado. Não se enganem os meus detratores. E sei que tem gente de boa-fé do meu lado.

  2. Lívio Oliveira 2 de abril de 2011 19:48

    Nada fiz de absurdo, nem irregular e apenas comentei no meu próprio post. Não estou entendendo. Isso não é permitido?E sequer falei, nem toquei em nome de ninguém. Nem fiz nenhuma ameaça. Não seria tão equivocado assim. Mas, respondo aos que me detratam. Só. Agora, tenho lido coisas pesadas contra mim.Isso é um absurdo. Isso sim.

  3. Laélio Ferreira 2 de abril de 2011 19:41

    Substantivistas de proa têm feito isso, muitas vezes.
    Se você quiser os nomes de, pelo menos uns quatro, fico a disposição…
    A coisa do jeito que está – sem a sua direção – poderá acarretar uma série de problemas – até graves, dentro e fora da Internet.
    Parabéns, Tácito!

  4. Laélio Ferreira 2 de abril de 2011 18:59

    Infelizmente, Tácito, não fiquei com cópia do comentário. Era um crítica à grande maioria dos poetas dos lados direito e esquerdo do SP – os maratonistas e equilibradores de ovo de Mário Ivo. E sem ofensa pessoal a ninguém.
    Quem sabe, Lívio Oliveira – que assumiu sua tarefa na “caixa da almas” do SP desde o meio-dia – poderá explicar, passada a ressaca cruel, o desmantelo?
    Sempre cordialmente,
    Laélio Ferreira

  5. Laélio Ferreira 2 de abril de 2011 18:41

    Enquanto isso, Lívio cola e descola, assumindo até a sua liderança!

    • Tácito Costa 2 de abril de 2011 19:30

      Vou perguntar a Nicolau (o rapaz que me ajuda a gerenciar essa parte de ferramentas do blog) como faz para impedir que coments sejam publicados sem passar por meu crivo.

  6. Laélio Ferreira 2 de abril de 2011 18:41

    Faltou o meu Tácito!
    Entendo que se o publicasse, vosmecê ficaria em baixa com as poetisas,
    bardos, aedos, vates e sabiás…

    • Tácito Costa 2 de abril de 2011 18:45

      Laélio, por favor envie de novo. Não lembro de ter visto esse coment.

  7. Nabuco Pessoa 2 de abril de 2011 17:15

    Mario ‘Dicaz’ Ivo:

    Magistral chiste.
    Precisava apenas alertar a um péssimo imitador do Grande Carito, um tal de L.O( lá e ló) para parar com tais exercicios, ocupam boa parte do espaço, quase que nos convence a não voltar aqui, mas os parcos escritos de uns e outros fazem que com que nossa volta aconteça, apesar do aLívio muito pouco e vasta pabulagem.

  8. Lívio Oliveira 2 de abril de 2011 15:38

    …mamãe, ombudsman mama?

  9. Marcos Silva 2 de abril de 2011 13:34

    Mário Ivo:

    Vc levanta uma questão importante sobre a breve exposição dos materiais enviados para a coluna de poesia do SP. Certamente, não dá tempo para amadurecer um juízo crítico sobre cada poema (alguns ficam expostos poucos minutos, embora possam ser consultados noutros espaços do SP). Mas não reclamo de nosso editor, pelo contrário. Um dos grandes méritos do SP é mostrar poesia em andamento num país onde esse gênero de escrita é ignorado por grandes editores, exceto (e MUITO parcialmente) em relação aos chamados clássicos. A alta rotatividade dos poemas na coluna se deve à existência de uma produção quantitativamente expressiva. A crítica desses poemas ajudará a identificar conquistas e deficiências, sem traumas.
    Considero muito bom o material aparecer, mesmo com a diversidade qualitativa que o marca, como é inevitável. Sinto falta de um debate crítico ponderado sobre ele. Tenho esperança de que essa crítica venha. A questão que vc levanta é um passo nessa direção.

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