Ecos dos ecos

Amigos e amigas:

Recomendo a todos a leitura do texto de João da Mata, postado abaixo, com propostas para próximos encontros lusófonos.
Discordo respeitosamente de duas:
1) “É uma burrice desejar escrever como fala.” Considero burrice tentar impedir o desejo alheio: cada um escreve como quer, a gente discute depois o resultado.
2) “No universo luso Portugal é o país mais culto”. Se Portugal produziu ex-colônias incultas, lamento muito. Encontros lusófonos são atos de altivez conjunta, não de recolonização. Se a frase significar que Portugal tem mais bibliotecas e instituições de pesquisa, podemos discutir como superar essa defasagem dos demais falantes da última flor do Lácio.
Abraços a todos e todas:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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