Edgar Morin em Natal nesta sexta-feira

Por Jóis Alberto – especial para a TN

Os filósofos Albert Camus e Maurice Merleau-Ponty, o sociólogo marxista Georges Friedmann, o ex-presidente da França, o socialista François Mitterand, são alguns dos mais importantes nomes da cultura e da política francesa no século 20, com os quais o sociólogo e antropólogo francês Edgar Morin manteve amizade. Ao longo de mais de 60 anos de intensa vida política e intelectual, que ultrapassou as fronteiras da França e da Europa, pelo menos desde a década de 1960, quando foram traduzidos no Brasil e outros países, seus livros inovadores sobre a cultura de massa, Edgar Morin tem tido boa receptividade e feito grandes e duradouras amizades em vários países.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Jóis Alberto 16 de setembro de 2010 19:44

    Prezado Jarbas Martins,

    Edgar Morin é o tipo do intelectual cuja obra há muito ultrapassou as fronteiras da França e da Europa. Desse modo, se existe alguma “monumentalização”, para usar essa sua expressão, mas com outra conotação, em torno de Edgar Morin, ela é decorrente da grandeza da trajetória intelectual e dos reconhecidos méritos dos cerca de 50 livros de autoria dele. Não sou diretamente ligado à Base de Pesquisa que estuda Morin, Henri Atlan e outros pensadores que defendem a transdisciplinaridade científica, na UFRN, mas como experiente jornalista da área cultural e agora mestrando em Ciências Sociais na UFRN, sei reconhecer a produção cultural e científica de alto nível. Seja vinda da França, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Argentina, Peru, Japão, Palestina, Israel, Angola, Moçambique, de outro país, ou da nossa cultura local – esta quando feita em alto nível por intelectuais, artistas ou cientistas de Natal e do interior do Estado. Além, é claro, da boa produção decorrente do intercâmbio cultural com outras cidades do Brasil. Nesse sentido, sempre tive cuidados para não cair em provincianismos detratores do talento alheio, que geram polêmicas muitas vezes inevitáveis, mas que não nos engrandece em nada!

  2. Jarbas Martins 16 de setembro de 2010 9:38

    só não entendi, até hoje, a monumentalização de edgar morin em natal. coisas nossas. falar nisso, onde anda nicolellis ?

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