Edgar Morin, mestre do pensamento, às vésperas de seus 90 anos

A morte da mãe quando criança, a ocupação nazista, a Resistência. Mas também as viagens, as mulheres, os estudos que o tornaram famosos. Agora, às vésperas dos 90 anos, o “Diderot do século XX”, que previu os danos da globalização, confessa ter “bebido a vida”. E pensa nos mais jovens: “Nós nos iludimos com o comunismo e o consumismo. Eles perderam o futuro. Precisam de esperança”.

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