Eleições 2014 – Aviso aos navegantes

Evito anular voto. Só faria isso em caso extremo. Embora os candidatos disponíveis oscilem entre fracotes e péssimos (as exceções são muito raras!), considero melhor evitar os péssimos.

Numa república, hipoteticamente, qualquer um pode se candidatar. Na prática, sabemos que precisa ter dinheiro e apoios – alguns apoios custam caro, e nem falo em corrupção. No passado, fui convidado a me candidatar a vereador. Sequer cogitei, por uma questão de estilo pessoal: não tenho paciência para ficar num órgão legislativo nem talento pra conquistar apoios para qualquer cargo executivo. Meu talento político é quase nulo, limita-se a comentar o cenário.

Admiro quem tem talento para essas coisas e usa o talento para fins públicos – são muito poucos.

Jamais brigarei pessoalmente com ninguém por causa de candidatos em eleições. O mundo é mais que essas pessoas e os cargos que elas disputam. Posso falar mal de uns candidatos e um pouco bem de outros. Brigar por eles, nem pensar!

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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