Elo com a academia devastou prosa do país, diz Cristovão Tezza

Cristovao Tezza em sabatina na Folha

Foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress

O escritor Cristovão Tezza conciliou a literatura com a carreira de professor universitário por 25 anos.  Demitiu-se em 2009 da vida acadêmica para dedicar-se apenas aos livros. “O sistema burocrático cria uma rotina esmagadora para quem faz arte”, disse o escritor na noite de terça (31), em sabatina na sede da Folha.

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Comments

There are 3 comments for this article
  1. Gustavo de Castro 2 de Agosto de 2012 19:46

    Uma entrevista interessante. Se o Brasil tivesse emprego suficiente, bolsas ou mercado para a criação artística e literária, os poetas e escritores não precisariam dar aulas. No fundo, não sei se Tezza tem razão. Para Osman Lins foi o pior dos mundos.

  2. Marcos Silva
    Marcos Silva 2 de Agosto de 2012 20:31

    Gustavo:

    Tenho a impressão de que vc está falando de outra coisa. A manchete, para vc, seria IMPOSSIBILIDADE DE PROFISSIONALIZAÇÃO DEVASTA PROSA DO PAÍS.

  3. Fernando Monteiro 3 de Agosto de 2012 11:58

    Para qualquer espírito realmente cultivado e sensível, Gustavo, pelo menos aqui no Brasil é realmente “o pior dos mundos” (que, de fato, o foi, para o refinado e inquieto Osman) a nuestra colorida academia…

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