Em fragmentos, o elogio do inacabado

NO SABÁTICO

Meu luto é o de uma relação amorosa, anota Roland Barthes no dia 6 de novembro de 1977, numa das folhas desse seu Diário de Luto, iniciado a 26 de outubro de 1977, um dia após a morte de Henriette Binger, mãe do autor.

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