Energia limpa é a resposta

Dias atrás me bateu um enorme orgulho quando fiquei sabendo um pouco mais acerca das usinas de energia eólica que estão em processo de construção/operação no Rio Grande do Norte. Nem Dom Quixote acreditaria se visse tantos e tão grandes moinhos de vento.

Agora, com a terrível tragédia japonesa e os problemas decorrentes de vazamentos nucleares em alguns dos reatores nipônicos, fica ainda mais claro que o futuro tem que contemplar mesmo a energia limpa, inclusive a solar (também temos de sobra no RN).

E os países desenvolvidos (ou não) terão, obrigatoriamente, que rever suas políticas nucleares.

Novos paradigmas deverão surgir, com a reflexão que tomará lugar. E se é possível dizer isso sem dor, há males que vêm para o bem…

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 16 de março de 2011 11:53

    Oi, Anne. Muito bom ler suas observações e informações. Bjinho.

  2. Anne Guimarães 16 de março de 2011 9:58

    É isso mesmo, Lívio…
    Essa questão de extrema importãncia para o planeta precisa ser abordada sempre, até que se chegue no patamar – mais sonhado – de sustentabilidade. Ano passado estive numa das estações de Energia Eólica aqui no Estado e fiquei muito feliz por ver a realidade acontecendo, ainda que lentamente… as coisas estão tomando o rumo certo. E realmente é impressionate o tamanho dos moinhos… fiz um registro fotográfico daquela quase “impossível” perfeição erguida aqui no nosso litoral…hélices brilhando ao sol, acesa esperança de dias menos poluídos.
    Lívio, sabia que todos os equipamentos chegam de muito longe? Aqui ainda não há fabricação de turbinas e etc… esse tipo de energia é mais antiga do que se imagina. Segundo estudos da faculdade de engenharia mecânica da Unicamp; acredita-se que foram os egípcios os primeiros a fazer uso prático do vento. Em torno do ano 2800 AC, eles começaram a usar velas para ajudar a força dos remos dos escravos. Eventualmente, as velas ajudavam o trabalho da força animal em tarefas como moagem de grãos e bombeamento de água. Os persas começaram a usar a força do vento poucos séculos antes de Cristo, e pelo ano 700 DC, eles estavam construindo moinhos de vento verticais elevados ou panemones, para ser usado como força nas mós, na moagem de grãos. Outras civilizações do oriente médio, mais notavelmente os muçulmanos continuaram onde persas deixaram e construíram seus próprios moinhos de vento. Com o retorno das cruzadas, pensou-se que eles tinham trazidos idéias sobre moinhos de vento e desenhos para a Europa, mas provavelmente foram os holandeses que desenvolveram o moinho de vento horizontal, com hélices, comuns nos campos dos holandeses e ingleses.
    Um abraço, com ventos felizes!
    :0

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo