Entre a vanguarda e a tradição

Por Sérgio Vilar
Foto: Fabio Cortez

Nos primeiros anos da década de 80, Moacy Cirne discutia a vanguarda e a indústria cultural com o olhar voltado à semiologia materialista da base literária. Quase 30 anos depois, os ensaios do escritor permanecem atuais e receberam edição fac similar com lançamento hoje na Feira do Livro do Seridó. A Biblioteca de Caicó (Sebo Vermelho, 94 páginas) confunde o leitor pelo título, remetente a uma compilação de livros ou algo do tipo. No subtítulo, a explicação reveladora: “Ensaios sobre vanguarda, semiologia e cultura de massa”.

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Comentários

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  1. Carlos de Souza 22 de outubro de 2010 11:28

    Meus amigos, Moacy Cirne é uma das pessoas mais lúcidas e mais doces que esse nosso Estado já viu nascer. Nós discordamos em algumas coisas, principalmente em cinema. Mas ele nunca foi desrespeitoso pessoalmente. É um cara que eu respeito pra caralho. Queria ter conhecido Moacy mais jovem para a gente ter dividido alguma doses de conhaque, mas a vida é assim mesmo. Saúde, Moacy!

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