[ENTREVISTA] Black Witch fala sobre novo EP “The Spiral I”

Bons ventos vindos de Mossoró (RN), com o novo EP Witchano! Trata-se do belíssimo “The Spiral I”, já disponível no bandcamp da banda, e logo mais, dia 30 de julho, estará em todas as plataformas de streaming.

O EP é composto por três faixas inéditas: Matther, Warlike e Inside out. Quem não ouviu ainda, ouça, por amor à bruxa! The Spiral I foi produzido, gravado e mixado por Rafaum Costa, masterizado por Yago Marques e teve a sua arte final de capa feita por Franco Mathson.

Ouça The Spiral I AQUI

Formada em 2015, a Black Witch é formada por Lorena Rocha (vocais), Rafaum Costa (guitarra), Amilton Jr. (baixo) e Fred Nunes (bateria), e traz em seu caldeirão a mistura do doom metal, hard rock e bong metal.

Instagram: @blackwitchbr e Bandcamp: ww.blackwitchbr.bandcamp.com

O EP foi um projeto contemplado na Lei Aldir Blanc, Ministério do Turismo, Governo Federal e Prefeitura Municipal de Mossoró.

Em entrevista exclusiva para o Substantivo Plural, a banda fala um pouco sobre influências, processo de composição e algumas minúcias sobre este EP fueda. Confira:

Em primeiro lugar, aquela pergunta que não pode faltar: quais são as influências da banda?

Temos influências bem variadas. Rafaum, Thassio e eu (Lorena) escutamos muito grunge. Alice in Chains, Mad Season, por exemplo. Daqui do BR, curtimos várias que vieram nessa onda do stoner, como Son Of a Witch, Necro, Projeto Trator, Void Tripper. São muitas! Eu, particularmente, escuto muito rock alternativo, coisas como Puscifer, Tool… Fred traz uma escola mais oitentista, mas curte uns New Metal também.

Banda é formada por Lorena Rocha (vocais), Rafaum Costa (guitarra), Amilton Jr. (baixo) e Fred Nunes (bateria).

Sobre os processos de composição: como nasce uma música nova?

As músicas geralmente nascem com um riff. Rafaum ou eu geralmente colocamos esse primeiro tijolo, depois levamos pro ensaio, pra compor batera e baixo. A melodia e letra é a última coisa pensada e inserida. Geralmente, o instrumental fica pronto muito antes de sair o vocal.

As músicas trazem temáticas ocultistas, falem um pouquinho sobre a relação da banda com esses conhecimentos?

Acredito que esse tipo de pensamento e ideia é mais presente na minha cabeça desde sempre. O oculto sempre me fascinou e ainda me fascina muito. Acredito que as músicas são formas de tentar sintetizar o que eu acho que sei.

Como foi o processo de gravação, e o que a gente vai encontrar no EP?

Foi um processo muito intenso. As letras foram compostas na mesma semana em que gravamos! (Risos.) O EP foi gravado aqui no nosso estúdio, o Cosmos. Por causa desse cenário todo de pandemia, cada um gravou num dia diferente, o que já foi bem diferente dos outros processos de gravação, em que ficávamos juntos, opinando, construindo a música juntos até mesmo na gravação. Desafiador, mas fica a experiência, né?

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo