Entrevista com Alain Resnais

“Em entrevista ao GLOBO, Resnais, bem ao seu estilo, divaga sobre aspectos de sua obra, procurando não colocar um ponto final em nenhum pensamento. Celebrado desde filmes como “Hiroshima, meu amor” (1959) e “Ano passado em Marienband” (1961), até obras mais recentes como “Beijo na boca, não!” (2003) e “Medos privados em lugares públicos” (2006), o diretor lembra sua relação e débito com a Nouvelle Vague, além de explicar seu desejo, no fim dos anos 1950, de abandonar a cronologia tradicional para contar uma história no cinema. Resnais também comenta os novos hábitos de se consumir filmes no mundo”.

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