Entrevista com Dácio Galvão

Foto: Vlademir Alexandre

Dácio, como foi formatada a programação do Flipipa 2011?

Em primeiro lugar nós não partimos necessariamente dos nomes e sim da abordagem teórica que significasse uma leitura da escritura moderna no Brasil e no Rio Grande do Norte. A primeira mesa por exemplo, diz respeito a Oswaldo Lamartine de Faria, que é exatamente o que há de literatura na obra e o que há na literatura oswaldiana que dialoga com características do modernismo brasileiro, calcado basicamente na oralidade com projeção no eruditismo. Na narrativa poética, temos Carlito Azevedo, Arnaldo Antunes e Eucanaã Ferraz, três representantes do período pós-anos oitenta que também estão ligados ao segundo momento do modernismo. São tributários desse legado modernista.

aqui

Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Daniel Menezes 17 de novembro de 2011 11:20

    Penso que o FLIPIPA ganhou bastante com a organização de Dacio Galvão. Se comparado aos anteriores, o festival ganhou em qualidade e seriedade, mas sem se tornar algo pesado e que espante as pessoas.
    Danuza Leão e congeneres, para o bem do festival, pelas listas que vi, não vieram dessa vez.
    O desafio é articular esses festivais com um público mais amplo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo